quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Antonio Denarium toma posse como governador de Roraima


Por Alan Chaves, Jackson Félix e Valéria Oliveira, G1 RR — Boa Vista
 

Antonio Denarium e Frutuoso Lins tomam posse como governador e vice na Assembleia Legislativa de Roraima — Foto: Supcom/ALE/DivulgaçãoAntonio Denarium e Frutuoso Lins tomam posse como governador e vice na Assembleia Legislativa de Roraima — Foto: Supcom/ALE/Divulgação
Antonio Denarium e Frutuoso Lins tomam posse como governador e vice na Assembleia Legislativa de Roraima — Foto: Supcom/ALE/Divulgação
O governador eleito Antonio Denarium (PSL) e o vice-governador Frutuoso Lins (PTC) tomaram posse nos cargos no fim da tarde desta terça-feira (1º), em solenidade da Assembleia Legislativa de Roraima.
Denarium ficou 21 dias à frente da gestão de Roraima como interventor federal após o então presidente da república Michel Temer (MDB) decretar intervenção integral no estado e nomeá-lo para o cargo. A medida foi tomada, principalmente, em razão da crise financeira, agravada pelo atraso de salários de servidores.
Após a posse, Denarium concedeu coletiva de imprensa e disse que Roraima precisa reajustar o orçamento para equilibrar as finanças. Ele defendeu que os poderes Legislativo de Judiciário precisam reduzir os valores mensais que recebem em duodécimo.
"Estamos assumindo o governo no momento mais difícil, em crise, com um endividamento de mais de R$ 6 bilhões. Medidas enérgicas terão que ser tomadas. Teremos que reduzir o número de cargos comissionados, fazer uma revisão de todos os contratos. É muito importante fazer um pacto com todos os poderes como forma de regularizar as contas públicas", afirmou.
No discurso de posse, frisou que pretende fazer uma reforma administrativa pra enxugamento da máquina. “Chegou a hora de pensar no interesse da população e não nos particulares”.
Principais pontos do discurso:
  1. Apresentar ao governo federal plano de recuperação fiscal;
  2. Equilibrar as contas do estado, reduzir cargos comissionados, fazer revisão de contratos e auditorias;
  3. Fazer uma repactuação do valo do duodécimo pago aos poderes Legislativo de Judiciário para realinhar as contas públicas;
  4. Acabar com excessos, desperdícios de dinheiro, fazer gestão honesta e sem corrupção;
  5. Cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal;
  6. Gerar emprego e renda, atrair novos investidores e receber da União a transferência de novas terras;
  7. Aprovar orçamento de 2019 que seja compatível com a receita, despesa e arrecadação do estado;
  8. Manter diálogo com a Assembleia Legislativa.
Enquanto não se chega a uma solução para o colapso financeiro, o governador afirmou que pretende atrair investidores para o estado por meio da segurança jurídica de terras. Em dezembro, Temer transferiu 112 mil hectares da Gleba Equador e 303 mil hectares da Ereu para Roraima. Denarium pretende ampliar as áreas produtivas no estado.
A solenidade começou às 17h27 e se encerrou às 18h19. A sessão foi presidida pelo presidente da Casa, Jalser Renier (SD). Denarium e Frutuoso foram chamados para compor a mesa e após cantarem o hino nacional, assinaram os termos de posse para o mandato 2019-22.
Após tomar posse, Denarium deixou a Assembleia Legislativa, por volta das 19h acompanhado da esposa, filhos e do vice governador, Frutuoso Lins. Ele caminhou para o palácio Senador Hélio Campos, sede do governo, no Centro Cívico de Boa Vista, onde recebeu a faixa de governador do general Eduardo Pazuelo.
Eleito no 2º turno de 2018 com 136.612 votos, o equivalente 53,34% dos votos totais, Denarium ocupará pela primeira vez um cargo público.

Empresário do ramo agropecuário

Antônio Oliverio Garcia de Almeida, conhecido como Antônio Denarium, nasceu em 1964 em Anápolis, no estado de Goiás. Filho de Valdivina e Olivério Almeida, é casado com Simone Denarium há 12 anos e tem três filhos: Carolina, Gabriel e João Antônio.
Segundo a assessoria do governador, Denarium não possui ensino superior, mas é especialista na área financeira pelos anos de atuação no seguimento. Chegou a Roraima em 1991 para ser gerente titular de uma agência bancária. Em seguida, passou a empreender nos setores financeiro e agropecuário.
Até as eleições, suas atividades eram focadas no setor do agronegócio com plantios de soja, milho e na criação de bovinos além do setor imobiliário. É também diretor -presidente do Frigo 10 e diretor da Coopercarne Cooperativa dos Produtores de Carne de Roraima.
 
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As prioridades do novo governador de Santa Catarina

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As prioridades do novo governador de Santa Catarina

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Por Ânderson Silva
01/01/2019 - 21h30 - Atualizada em: 01/01/2019 - 22h39
Foto: Leo Munhoz / Diário Catarinense
Foto: Leo Munhoz / Diário Catarinense
No primeiro dia como governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva (PSL) estabeleceu suas prioridades. Em pronunciamento no gabinete da presidência da Assembleia Legislativa (Alesc), poucos antes de ser empossado, apontou a infraestrutura como fundamental. Elencou ainda a gestão eficiente e o combate à corrupção como pontos centrais do novo governo. Estes dois últimos foram temas constantes da transição. Levaram Moisés a anunciar a criação de uma controladoria para a implantação de processos rigorosos de transparência. Ao mesmo tempo, o novo secretário de Administração, Jorge Eduardo Tasca, tem a missão de digitalizar o governo e aproximá-lo do cidadão.
Em contrapartida, estará na infraestrutura o maior desafio de Moisés. Durante seu discurso de posse, ele não abordou o tema, mas no gabinete da presidência apontou obras rodoviárias como as primeiras a serem atacadas. Esse será o seu foco inicial. Mas, diante da falta de recursos, o governador terá problemas para colocar seu principal plano em prática. Disse que pretende investir os cortes de gastos em infraestrutura. O que for retirado de outros setores vai para obras. Ao abrir os números, entretanto, o novo governador vai enxergar que serão necessários mais recursos do que os advindos de cortes. Investir em estradas e obras viárias custa caro, principalmente para resolver alguns dos problemas mais graves de Santa Catarina, hoje localizados no Oeste e na Grande Florianópolis.
Ele terá de apelar para financiamentos, a maioria do governo federal. Para conquistá-los, terá que ajustar as finanças. Há R$ 700 milhões parados no BNDES pelo descumprimento da lei de responsabilidade fiscal. Antes de pensar em investir, ele precisa arrumar a casa. Aparentemente, Moisés está seguindo um conselho de Eduardo Pinho Moreira (MDB), o governador que se despediu ontem. O recado do emedebista foi claro. Orientou o novo ocupante da Casa D’Agronômica a escolher prioridades. Lembrou que preferiu saúde e segurança: “para comprar remédios, deixei de tapar buracos porque escolhi prioridades". Como o cobertor é curto, o pesselista terá que encontrar a equação certa para tapar buracos e construir estradas, sem deixar de comprar remédios e garantir a continuidade da redução dos índices de segurança.
No comando a infraestrutura, Moisés optou por um coronel do Exército. Carlos Hassler será o responsável por fazer funcionar o coração do novo governo. Para isso, trabalha em um planejamento a ser dividido com o governador. Dentro, não há dúvidas, vão estar heranças deixadas pelos últimos chefes do Estado: ponte Hercílio Luz, acesso ao Sul da Ilha, reforma da SC-401 e recuperação das pontes de acesso à Ilha. Todas enfrentam algum tipo de problema para avançar. Sem elas, Moisés não atingirá sua principal promessa, que é a de facilitar a vida dos catarinenses com investimentos em obras.
Como o tempo é curto e as demandas exigem respostas rápidas, do mesmo jeito precisará agir o novo governador. Hoje ele anuncia suas primeiras medidas com uma expectativa de parte de setores da sociedade ainda à espera de sinais efetivos do estilo Moisés. O bombeiro aposentado teve dois meses para estudar, entender a máquina e planejar. A partir deste 2 de janeiro, entra na prova real para apresentar soluções para as prioridades que escolheu.
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Novo governador e vice são empossados na Paraíba


Novo governador e vice são empossados na Paraíba

Secom/PB. Publicado em 1 de janeiro de 2019 às 20:30.
Foto: Secom/PB
Foto: Secom/PB
O governador João Azevêdo e a vice-governadora Lígia Feliciano foram empossados nos cargos durante sessão solene da Assembleia Legislativa realizada na tarde desta terça-feira (1º), no Teatro A Pedra do Reino, no Centro de Convenções, em João Pessoa. Durante a solenidade, eles prestaram juramento ao cumprimento da Constituição e assinaram os termos de posse.
A sessão solene foi conduzida pelo presidente da Assembleia Legislativa, Gervásio Maia, e contou com as presenças do ex-governador Ricardo Coutinho; do presidente do Tribunal de Justiça, Joás de Brito Filho; do Procurador-Geral de Justiça em exercício, Alcides Jansen; do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), André Carlo Torres; do presidente da Câmara de João Pessoa, João Corujinha; de deputados estaduais e federais; de secretários de Estado; dentre outras autoridades.
Na ocasião, o governador João Azevêdo também recebeu a bandeira do Estado da Paraíba das mãos do neto, Matheus Azevêdo Lins Acioly.
Em seu discurso, o chefe do Executivo estadual destacou que o poder continua nas mãos do povo da Paraíba e garantiu que não “haverá relaxamento” na gestão que se inicia hoje no Estado.
Foto: Secom/PB
Foto: Secom/PB
Ele também anunciou a implantação do “E-gov”, ferramenta que visa facilitar e agilizar o acesso do cidadão a serviços do Estado. “Gerencialmente, ajudará no monitoramento e decisões sobre demandas, prioridades e ajustes. O e-governo chegará em todas as áreas, dinamizando os serviços públicos e proporcionando uma administração mais eficiente e transparente”, explicou.
O governador também revelou uma série de investimentos na área da segurança, a exemplo da implantação de Centros de Comando e Controle em João Pessoa, Campina Grande e Patos, além da criação de dois batalhões – um em Alhandra e outro em apoio ao turista-; novos institutos de polícia científica; implantação do serviço de resgate aeromédico; e realização de concursos públicos.
Emocionado, João Azevêdo encerrou seu discurso assegurando ao povo da Paraíba que se empenhará para garantir a eficiência do governo.
Foto: Secom/PB
Foto: Secom/PB
“Penduro a bata de professor e a caneta do engenheiro no armário da história e visto o fardamento do governante. Ambos, porém, caminharão juntos, defendendo a democracia e espalhando a autoestima que reaprendemos a colher”, arrematou.
A sessão solene foi a segunda solenidade alusiva à posse de João Azevêdo e de Lígia Feliciano no Governo do Estado. Pela manhã, aconteceu a celebração ecumênica em ação de graças. À noite, ocorreu a solenidade de revista às tropas e transmissão de cargo.
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