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quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

FERROVIA PARÁ MATO GROSSO

 MARABÁ (PA) 16-12-2020


EXMO SR MINISTRO DA INFRA ESTRUTURA 
ENGENHEIRO TARCÍSIO GOMES DE FREITAS 

APRESENTAÇÃO: Ela ligaria as FERROVIAS NORTE-SUL, CARAJÁS,CENTRO-OESTE E FERRONORTE  ,acompanharia as PA 151,BR 158 E MT 100 ligando do complexo MOSQUEIRO/BELÉM/BARCARENA PA a ALTO ARAGUAIA MT NA FERRONORTE.

1) Num acordo histórico entre O ESTADO DO PARÁ e a CHINA será construídos 500 km de BARCARENA PA a MARABÁ PA para se encontrar com a FERROVIA DE CARAJÁS que liga SÃO LUÍS/ALCÂNTARA MA-AÇAILÂNDIA -MARABÁ PA- PARAUAPEBAS PA ,fazendo um triângulo com a FERROVIA NORTE SUL.isso numa primeira etapa , que acompanharia a PA 151 passando por TAILÂNDIA PA e TUCURUÍ PA
2) numa segunda etapa seriam prolongados mais 650 km de MARABÁ  e PARAUAPEBAS PA a XINGUARA PA,PAU DARCO PA,REDENÇÃO PA, CASA DE TÁBUA PA,SANTANA DO ARAGUAIA PA, MANDI PA onde teria um terminal .
3) Recomendo que de MANDI PA siga acompanhando a BR 158 a VILA RICA MT,CONFRESA MT,PORTO ALEGRE DO NORTE MT, BOM JESUS DO ARAGUAIA MT, RIBEIRÃO DA CASCALHEIRA MT,ÁGUA BOA MT,NOVA XAVANTINA MT ,BARRA DO GARÇAS MT ;seguindo ao lado da MT 100 a TORIXORÉU MT,RIBEIRÃOZINHO MT,PONTE BRANCA MT  ,ARAGUAINHA MT ,ALTO ARAGUAIA MT ;passando a ser  A FERROVIA PARA a ser chamada PARÁ-MATO GROSSO ;em ÁGUA BOA MT se encontraria no futuro terminal ferroviário com a FICO FERROVIA DO CENTRO OESTE futuro embrião da FERROVIA TRANSOCEÂNICA  que de início ligará URUAÇU GO a LUCAS DO RIO VERDE MT ; em ALTO ARAGUAIA MT ligaria a FERRONORTE que liga SANTOS SP a RONDONÓPOLIS MT ,já tendo TERMINAIS EM MATO GROSSO RONDONÓPOLIS,ALTO ARAGUAIA,ITIQUIRA E ALTO TAQUARI .
4) A BACIA DO ARAGUAIA é grande produtora de SOJA,MILHO,ALGODÃO tanto em MATO GROSSO,GOIÁS ,PARÁ e TOCANTINS e a referida FERROVIA PARA-MATO GROSSO receberia a produção desta BACIA DO ARAGUAIA como também de CAMPO VERDE MT que fica 380 km de BARRA DO GARÇAS MT e PRIMAVERA DO LESTE MT que fica a 280 km de BARRA DO GARÇAS ,estas 2 cidades são grandes produtoras nacionais ,também a BACIA DO XINGU EM MATO GROSSO é grande produtora .
5) Um ramal seria estendido de BARCARENA PA a BELÉM PA sendo construída uma ponte na BAÍA DE GUAJARÁ ao lado da atual rodoviária e seguiria em forma de viaduto ao PORTO DE BELÉM, seguindo até MOSQUEIRO PA.
6)RECOMENDO TERMINAIS INTERMODAIS além de ÁGUA BOA MT, REDENÇÃO PA,SANTANA DO ARAGUAIA PA,MANDI PA , em: BARRA DO GARÇAS, NOVA XAVANTINA,RIBEIRÃO DA CASCALHEIRA ,BOM JESUS DO ARAGUAIA, CONFRESA,VILA RICA 


 
ESPERO QUE MINHA PROPOSTA SEJA ANALISADA
MARIO ALBERTO BENEDETTO LYNCH

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Construção de moinho deve viabilizar plantio de trigo em Mato Grosso

Construção de moinho deve viabilizar plantio de trigo em Mato Grosso

Publicado em 08/08/2018 08:35
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É num terreno com pouco mais de 16 mil metros quadrados que pode estar o passaporte para o avanço (ou o recomeço) da triticultura mato-grossense. Na área, localizada no distrito industrial de Cuiabá, será construído um moinho com capacidade para processar diariamente até 120 toneladas de trigo por dia. A implantação da indústria deve resolver o maior dos entraves para esta cultura no estado: a falta de compradores para o que sai do campo.
A confirmação do investimento foi feita pelo diretor comercial do Moinho Dona Hilda, empresa de Mariápolis (PR) que irá abrir uma filial por aqui. Durante reunião da Câmara Técnica do Trigo, João Antônio Sentchuk, anunciou que a previsão é de que até 2020 a indústria comece a operar. A escolha por Mato Grosso é fruto da comprovação da qualidade do trigo produzido no cerrado, bem como do potencial de expansão da triticultura nestas terras.
Confira a notícia na íntegra no site do Cenário MT
Fonte Cenário MT

Produção de trigo já é realidade em Mato Grosso

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Produção de trigo já é realidade em Mato Grosso

Porém, ainda é preciso estímulo para que agricultores queiram aderir à nova cultura
06/10/2017
O trigo em Mato Grosso é uma alternativa viável para os agricultores diversificarem a produção, rotacionarem culturas e colocar o estado entre os fornecedores de um cereal de qualidade. Na última safra, já foram cultivados 230 hectares com o cereal.
O futuro do trigo no estado foi discutido nesta quinta (05) na 4º reunião da Câmara Técnica do Trigo. O encontro reuniu pesquisadores, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e indústria tritícola.
Roseli Giachini, 2ª vice-presidente Norte e coordenadora da comissão de Defesa Agrícola da Aprosoja, acredita que o trigo é estratégico para Mato Grosso, já que o Brasil é importador do cereal. “É o cereal mais comercializado e consumido no mundo e Mato Grosso tem condições de produzir trigo em quantidade e qualidade”, afirma.
Para o secretário adjunto de Agricultura Familiar da Sedec, Alexandre Possebon, é preciso demanda da indústria para que haja segurança para os produtores rurais. “A pesquisa já mostrou que há variedades de trigo que produzem com qualidade em Mato Grosso. O problema de frete que temos para mandar para fora do estado é igual ao custo agregado desta farinha que vem de fora. Então, precisamos estar perto da indústria para que haja preço para estimular o produtor”, diz.
O grupo paranaense Dona Hilda já tem uma filial instalada em Várzea Grande que atualmente é um Centro de Distribuição para o trigo vindo daquele estado.
“Conhecemos a Câmara do Trigo e começamos a fazer parte do trabalho para desenvolver este projeto. Estamos com um projeto adiantado para instalação de uma indústria em Mato Grosso, já em conversação com os agricultores e acompanhando as pesquisas de viabilidade”, conta João Antônio Sentchuk, gerente comercial para o Centro Oeste e Norte do grupo tritícola.  
Segundo ele, Mato Grosso já percorreu 60% do caminho para viabilizar a indústria do trigo. “É preciso política governamental”, frisa.
O pesquisador da Embrapa Trigo, Joaquim Soares Sobrinho, mostra que há potencialidade para o trigo na região Centro Oeste e há muita demanda no país. No Brasil, o consumo é de 12 milhões de toneladas, mas apenas 5 milhões de toneladas são produzidas aqui, a grande maioria na região Sul.
O pesquisador da Empaer Hortêncio Paro, que trabalha com a cultura há três décadas no estado, ressalta que hoje há variedades adaptadas para a produção de trigo de sequeiro. A produção vem qualificando como trigo melhorador.
Para Alessandra Fernandes, analista da comissão de Defesa Agrícola da Aprosoja, o trigo é uma oportunidade para os produtores. “É uma alternativa para a sustentabilidade produtiva em Mato Grosso. Acreditamos na importância da cultura e, por isso, estamos acompanhando de perto e apoiamos o desenvolvimento do cultivo do cereal”, finaliza. 
Fonte: Ascom Aprosoja
Assessoria de Comunicação
Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br